segunda-feira, 23 de maio de 2016

domingo, 22 de maio de 2016

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Bom dia...


Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos para o céu e rezou, dizendo: “Pai santo, guarda-os em teu nome, o nome que me deste, para que eles sejam um assim como nós somos um. Quando eu estava com eles, guardava-os em teu nome, o nome que me deste. Eu os guardei e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição, para se cumprir a Escritura.
Jo 17, 11b-12 

sábado, 14 de maio de 2016

"Pondus meum amor meus; eo feror, quocumque feror". (Confissões: XXXIII,9)


Traduzindo bem livremente a frase que encabeça este pequeno texto, teríamos o seguinte: "O meu amor é o meu peso (centro de gravidade); ele me leva aonde quer que eu vá". A profunda percepção deste grande padre da Igreja, Santo Agostinho, revela-nos algo do Mistério que cerca nosso mais íntimo: somos seres amantes... A verdadeira realização de nossas existências acontece na busca de viver e sentir o amor. Nisto nos sentimos vivos. Toque da grandiosidade do Mistério Trinitário, que nos antecede, nos acolhe e nos encaminha.
O mesmo Agostinho afirmou: "Ama e faz o que queres, porque se amas corretamente, tudo quanto faças será bom". Assim o amor transmuta-se em realidade aplicável no cotidiano real de nossas vidas. É norma, ética, casa da acolhida, Torah. A experiência de amar e sentir-se amado alicerça o edifício de uma vida que quer se realizar na Verdade. Desviar-se do amor significa perder o centro gravitacional, flutuar na fluidez de uma pseudo-realidade que não se enraíza.
Contudo, amar corretamente; amar como Jesus amou. Nascidos que fomos e continuamos a ser, expulsos dos diversos úteros aconchegantes por lá não mais cabermos e que desde o primeiro momento acabamos por nos apoderar deles como lugar de segurança, esbarramos em nós com diversas forças fragmentadoras, em fomes e faltas que tendem a nos tirar o chão. Fechamentos narcísicos e desagregadores, que acabam por nos distanciar do verdadeiro amor, escondem formas sutis de violência, pois acabam por minar qualquer possibilidade de encontro real com o outro, o diferente, que nos afirma e nos questiona na busca da construção comungante de uma identidade no chão da história.
Viver caminho no amor é, portanto, viver caminhos unificadores de nós mesmos. É caminho de cura interior de nossos traumas e fragmentações. No tempo da vida que nos é dado por Deus, tempo de aprendermos a amar, vivemos realmente na medida em que nós aprendemos a romper as cascas desagregadoras e a nos lançarmos no encontro com um mundo, criatura de Deus, buscando a unicidade possível no amor. A palavra final de Deus sobre cada um de nós, queimadas as "palhas", será a mesma palavra de amor que aprendemos a dar enquanto caminhamos na vida.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Nossa Senhora de Fátima, Rainha da paz!!!






















A primeira, tirada no Santuário de Fátima, 2014. A segunda, em Nazareth, também Portugal em 2014.